sábado, 12 de março de 2011

Saudade

Palavra intrigante.
A palavra saudade
Vai para lá de uma simples relação.
Vai por vezes, para lá de uma simples amizade.

Palavra quente.
Que dá um aperto no coração.
Palavra que vive no passado.
Tempo esse que não volta não.

Palavra forte.
Que causa nostalgia,
Quando nos falta essa pessoa na vida,
A vida perde a sua magia.

Saudade.
É o que se sente quando falta algo que já nos pertenceu.
Que no presente causa mágoa,
Algo que no passado morreu.

Saudade.
Palavra que dá arrepio.
Um sentimento caloroso ou amargo.
Um sentimento quente ou frio

Palavra capaz de mover montanhas.
Saudade, saudade, saudade.
Palavra que passará na vida de todos nós.
E esta é a verdade

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Virar a página

Este é o livro da minha vida,
O livro que vou continuar a escrever,
E no meio deste enredo,
Eu já me estou a perder.

Não sei porquê,
Mas a história está a ficar repetida,
Não sei onde começou, nem onde irá acabar,
Talvez falte alguma página perdida.

Virar a página,
Mas quem será a personagem principal?
Não sei se devo virar,
Tenho receio que volte a correr mal.

Se eu não sou a personagem principal,
Então quem a será?
Onde é que ela anda?
E quando é que aparecerá?

Ou então.....
Ela já tenha aparecido,
De que maneira chegou essa pessoa,
Sem que eu tenha percebido.

Como será possível,
No meu próprio livro eu não ser a personagem principal?
Isto aqui não está bem,
Certamente que alguma coisa está mal.

E já agora.
Onde anda a minha personagem?
Não vejo sinais dela.
Provavelmente perdeu-se na viagem.

Bem que eu gostava,
De saltar algumas páginas,
Talvez desse modo
Não me fizesse derramar tantas lágrimas.

Tenho que virar para a página seguinte,
Não posso recear,
Virar a página,
E a minha vida continuar.

Um dia encontrarei a minha personagem,
E a personagem principal eu saberei,
Porque afinal,
O livro da minha vida, fui eu que o criei.

Talvez muitas personagens,
Aparecerão de novo mais à frente,
Assim como,
No meu livro irá passar muita gente.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mais uma vez.....
Negro o céu ficou,
Não é nada que eu não me habitue,
Mais uma vez, o meu coração se despedaçou.


É uma coisa,
À qual terei que me habituar,
Levantar o rosto,
E o meu caminho continuar.


E se desistir,
Não é por de ti não gostar,
É por não ter forças,
Nem meios de continuar.


Muitos sabem,
E sentem o que estou a passar,
É um sentimento pesado,
Que não há meio de abafar.


Tento me distrair,
Mas o teu sorriso não me permite,
Depois de passar pelo mesmo de novo,
Como é que querem que não me irrite.


Tu, tu e só tu,
Estás presente na minha memória,
Gostava de poder contar um final feliz,
Para o desfecho desta história.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

:)

Cada dia que passa,
Tenho mais a certeza dos meus sentimentos,
Não consigo esquecer nada,
Não consigo esquecer todos os momentos.

Como aquele início de noite,
Só nós os dois e a chuva a cair,
Estava cheio de frio,
Mas não consegui parar de sorrir.

Quando me despeço,
Não quero que vás embora,
Quero um beijo, um abraço teu,
AGORA!

És pequena em altura,
Mas és gigante no meu coração,
Não há mais meio de eu fingir,
De eu dizer que não.

O mundo pode estar triste,
Mas contigo é bem melhor,
E um dia longe do teu olhar
É do pior.

domingo, 7 de novembro de 2010

.....

Quando chego perto de ti,
Não sei o que falar,
Simplesmente ficar perto de ti,
E junto do meu corpo te abraçar.

E ao escrever este pequeno texto,
Já tenho um sorriso desenhado na cara,
E no momento em que te aproximas de mim,
O mundo pára.

O mundo pára,
E eu fico sem respiração,
Mais um vez,
Bate forte o meu coração.

Tento escrever,
Mas o que me vem à cabeça é a tua imagem,
Espero que fiques por mais tempo,
E não só de passagem.

Tu apareces-te,
No momento em que mais precisava,
És a única peça no meu puzzle,
Que me faltava.

Mas esta peça,
Está a ser difícil de encaixar,
Mas vou continuando a tentar,
Até o dia em que ela lá ficar.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Um poeta não é o que escreve coisas bonitas, mas o que escreve com o coração

Não tenho rumo,
Nem para onde seguir,
Não me resta força,
Para o que está para vir.

É assim que eu digo,
O que neste momento sinto,
Que as palavras que eu te disse são verdadeiras,
Que a ti não te minto.

Não sei o que escrever,
A tristeza invade-me a alma,
Vejo ambos nós a sofrer,
Não consigo mostrar calma.

Mais uma vez eu digo,
Não sei o que escrever,
Apenas vou contando os minutos,
Os minutos para te ver.

Mas esses parecem horas,
E as horas parecem uma eternidade,
O teu sorriso enche-me o coração,
E essa é a verdade.

Uma vez que te vejo,
O meu coração começa a saltar,
As minhas mãos ficam quentes,
Tu sabes do que estou a falar,

Pois no outro dia,
Tu me deste a tua mão,
E nesse momento,
O que aqueceu foi o eu coração.